Conto – Eu e meu chefe | Poder e Sedução

Segunda cedo no escritório, o elevador subindo bem atrás de mim. Como faço para não ficar nervosa se tudo o que fiz no final de semana foi lembrar dele? É agora! No mesmo instante em que me curvei na mesa dele, fingindo que procurava alguma documentação, minha saia justa, cuidadosamente pensada, ficou do jeito que ele gosta. Mal ele sabe que isso é só o começo: uso a calcinha comestível sabor morango que Otávio adora…!

Em minha cabeça, não deixo de imaginar seu peso contra meu corpo, e sua pegada firme e precisa, enquanto ele se aproxima. O carpete abafando seus passos, a excitação crescente e o desejo de senti-lo.

Impecável, Otávio desliza as mãos a partir de minha cintura em direção às minhas coxas.

“Bom dia, Dr. Otávio,” eu disse, em um tom de voz que é só pra ele, do jeito que ele gosta:
– Você teve um bom final de semana?  Eu gostaria muito de ter dito que eu tive um ótimo final de semana, já que passei parte dele me tocando e pensando nele.

De repente, um tapinha firme e denso bem na polpa da minha bunda. Não consegui segurar o som do meu prazer e me entreguei, com um pulinho de surpresa. Esse é um jogo que eu adoro: ele acha que me dominou, e no final, todo mundo sai ganhando.

Olhei ele de canto, boca entreaberta sinalizando desejos. No mesmo instante sua pasta caiu no chão ao meu lado.

Mal deu tempo de me virar, já sentia as costas tomadas pelo seu peso, sua boca no meu pescoço, suas mãos agarrando meus cabelos. Na beira do meu ouvido ele disse – E como ter um bom final de semana, se você estava por aí, possivelmente com qualquer um que não seja eu?” – Imediatamente, a vontade que estava me molhando intensificou-se. Amorzinho, mal você sabe o que eu fiz esse final de semana pensando em você.

Senti, instante a instante, seu volume crescendo, e eu, vagarosamente, mexendo e dançando, colocando mais pressão. Na verdade, mal conseguia me conter.

Ele pegou cada uma de minhas mãos para sentir, segurando-as com as suas, para indicar o que eu deveria fazer.

Logo depois, segurando minhas duas mãos com uma de suas mãos, pegou com a outra, numa gaveta, uma algema. Gostei, Otávio, me prende!

Clack. Eu estava algemada.

– Fiquei sabendo que na sexta você foi para uma festa a fantasia… vestida de policial, não é? Você parecia um tanto quanto provocante até demais e chamando atenção de outros homens. Você gosta de brincar de autoridade? Então vamos brincar!

Otávio, abre outra gaveta e permaneço como estava. Num misto de euforia e prazer, sinto ele passar um objeto um pouco flexível na superfície, porém rígido. Passou entre minhas pernas, encostando só de leve na minha calcinha e depois pela minha boca.

“Você gosta né quando te prendo a mim?” – Disse ele perto do meu ouvido, e quanto mais ele provocava, mais eu sentia vontade de me esfregar contra ele, e quanto mais eu encostava meu bumbum nele, ele roçava mais.

Entre lambidas no pescoço e pressão nos cabelos, Otávio me fez gemer:

“Ai, Te quero”, ofeguei.

“Essa é a lição ” Ele rapidamente mordeu minha orelha, amortecendo a sensação dos seus dentes na minha pele, antes de tomar um passo para trás:

“Muito bem, Srta.Mendes. – disse, tirando minhas algemas – Embora eu tenha certeza que isso não vá te livrar da devida punição. Agora tire essa saia e se curve sobre a mesa como uma boa menina.”

Trêmula, abaixei o zíper da saia, tirando a peça de roupa e retornando à minha posição de antes. Na mesma hora ele viu que eu estava com a calcinha comestível. Não se contendo, começou a lamber meu bumbum, dando leves mordidinhas também.

“Meu sabor favorito” disse ele. Aos poucos ele comia a minha calcinha e eu podia me esfregar na cara dele. Vem, Otávio, que eu preciso de você em mim. Em certo momento ele vai até sua gaveta novamente e pega uma chibata. Fiquei um tanto nervosa, já que nunca havia tomado umas chibatadas.

“Geme para mim, Letícia” – dizia Otávio.

A chibata atingiu minha pele, com força suficiente para me fazer arder, mas de forma prazerosa também, o bastante para escorrer desejos entre minhas pernas.
Novamente, ele bateu com a chibata mas, dessa vez, foram duas seguidas, e eu tive que me conter para que não gemesse de forma alta, já que estávamos no escritório dele ainda.

Percebendo que eu me contia nos gemidos, Otávio, parou imediatamente e disse:

“Você vai me desafiar, então? Se continuar assim, não vou te deixar gozar até que me implore de joelhos.”

Mais seis vezes a chibata encontrava-se com a minha pele, naquele momento já não conseguia me conter mais e esfregava minhas pernas uma contra a outra, qualquer coisa para aliviar a sensação que eu tinha entre o meio das minhas pernas que Otávio não queria saciar.

“Você está molhada, Letícia?”
“S-sim, senhor Otávio.” – Saindo na forma de um gemido.

“Então vamos conferir isso” – No mesmo instante ele pegou a chibata e colocou entre o meio das minhas pernas e levemente subiu até meu clitoris. Gemi de forma tão alta que no mesmo instante ele pressionou seu corpo de forma tão forte que senti sua ereção no meu bumbum.

Sua mão ia descendo levemente nas minhas coxas e logo senti seus dedos molhados após ter me tocado.
“P-por favor, Sr. Otávio”, eu implorei, mesmo enquanto meus quadris tremiam na tentativa de fazê-lo movimentar seus dedos em algo mais.

“Diga o que quero ouvir e terá o que merece”

“Sou sua, senhor Otávio”

No mesmo instante, ele enfiou seus dedos dentro de mim e por um impulso sem controle, gemi.

“Você está tão quentinha e apertada, quero só ver se vai estar assim quando eu colocar tudo em você.”

As palavras dele, combinadas com seus dedos se curvando dentro de mim, estavam criando uma sensação de queimadura intensa no meu baixo-ventre, e eu sabia que estava perto do clímax.
Otávio apertou seu corpo no meu enquanto me masturbava e dizia no meu ouvido “Goza para mim, safada”
Então, ele apertou meu clitóris e eu subitamente me senti flexionando os músculos internos ao redor dos dedos dele; mordi os lábios com tanta força para abafar os gritos que chegaram a sangrar.


Na hora que ele ia introduzir seu pênis em mim, eu escuto o elevador no meu andar, e desajeitada volto a minha realidade acordando da minha fantasia com senhor Otávio. Ele imediatamente entra na sala e eu molhada e nervosa arrumo os papéis da mesa para disfarçar.

“Algo de errado, Letícia?”

“Não senhor, Otávio” – Mas na minha mente existia algo de errado sim, ele não estar realizando minha fantasia.

E volto para meus afazeres diários.